Ao traçar uma estratégia de logística de grande, médio ou pequeno porte, a empresa passa a ter o foco voltado para o gerenciamento, seja ele de armazenamento de produtos, movimentação de pessoal, transporte, operações ou maquinário. Claro que esses são só alguns exemplos de atividades organizacionais, mas para que haja uma transformação real dentro da empresa, além de um bom planejamento, o empresário deve buscar o máximo de informações possíveis sobre o que já está sendo feito no mercado, o que deu e o que não deu resultado e, principalmente, trocar experiências com outras pessoas sobre novas tecnologias, de preferência do mesmo setor. A chance de sucesso aumenta muito dessa forma.

Só para dar um exemplo de como a tecnologia interfere no dia a dia de uma empresa, sabemos que o palete é utilizado para otimizar o transporte e armazenamento de cargas. De maneira corriqueira, sua confecção é em madeira, mas recentemente, uma indústria transformadora de EPS (isopor®), lançou um palete fabricado em poliestireno expandido e termoformado. Isso quer dizer que o produto chega ao consumidor com novas características: mais leve, com proteção contra fungos e bactérias, muito mais fácil de limpar, resistentes a temperaturas críticas e mais duráveis. Sem dúvida um avanço tecnológico. Lógico que cabe ao empresário avaliar se precisa ou não de paletes para dar movimento a sua empresa. Apenas citamos o exemplo para mostrar que novas tecnologias surgem o tempo todo e sempre é tempo de reavaliações dentro de uma organização.

Chegamos a um consenso de que são inúmeros os fatores que interferem no sucesso ou fracasso de um empreendimento. Costumamos nos colocar o tempo todo em situações difíceis apenas por não pensar a respeito do próximo passo. Então, olhamos para o lado e vemos o concorrente crescendo. Mesmo ramo, mesmo tamanho, mesmo número de funcionários e ele apenas cresce, enquanto estamos estagnados. A sorte é dele ou a culpa é nossa? Só dá para responder a essa pergunta com o planejamento aberto sobre mesa e com outras respostas na ponta da língua:

  • O quanto estamos interessados no sucesso do nosso negócio?
  • O que estamos fazendo para que ele cresça?
  • Estamos acompanhando as inovações do mercado?
  • O que um consultor diria da nossa empresa hoje?
  • Estamos reservando divisas para novos investimentos?
  • Nossos funcionários têm um bom plano de carreira? Eles estão motivados?

Por incrível que pareça, tudo isso faz parte de uma boa estratégia de logística, mesmo que ela esteja oculta em meio a complexidade de uma administração. Se for assim, o bom negócio pode estar em reavaliar toda a pirâmide de trabalho. É bom pensar sobre isso.

Leia sobre o palete EPS no IMAM.