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Logística: Governo resolve mudar as regras para a concessão de estradas

Na terça, dia 5 de fevereiro de 2013, o ministro da economia, Guido Mantega, anunciou mudanças nas regras de concessão de estradas. “Todas as medidas foram tomadas pensando na necessidade de melhorias e investimento na logística brasileira”, disse o ministro, em São Paulo, durante o Fórum Estrutura Energia no Brasil. A ideia é aumentar a rentabilidade das concessões, mantendo o interesse sobre elas, para, com isso, gerar crescimento natural. Ainda não sabemos se essa tentativa de alavancar o setor de infraestrutura rodoviária do país dará certo, mas já se fala em ampliação e oferecimento de vantagens semelhantes para o investidor também na área ferroviária.

Entre as principais mudanças estão:

  • Prazo de financiamento total ampliado para até 25 anos.
  • Prazo de concessão ampliado para 30 anos.
  • Prazo de carência para início de pagamentos agora de 5 anos.
  • Taxa de juros TJLP + até 1,5%, dependendo do rating do tomador.
  • Projeção de expansão de tráfego nas rodovias reduzida para 4% ao ano.
  • Possibilidade de financiar até 80% dos projetos com agentes financeiros e até 20% por meio de fundos.
  • Junto com o BNDES, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal também poderão fazer empréstimos, individuais ou por consórcio.
  • Todas as vantagens anunciadas também serão oferecidas para empresários internacionais.

Apostas
Ainda é cedo para fazer apostas. Os possíveis resultados só vão aparecer quando os empresários assimilarem as mudanças e entenderem que as novas regras são mesmo um bom negócio. Não sabemos se a novidade do governo incentivará melhorias na área de logística até que licitações e obras aconteçam. Por enquanto, o que se tem é que o leilão de concessão de trechos das estradas BR-040 e BR-116, marcado para janeiro, foi adiado a pedido de pessoas interessadas e três empresas desistiram de participar do mesmo leilão por acharem que as projeções econômicas futuras estavam altas demais.

Há mais detalhes sobre a publicação na matéria do G1.

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O otimismo não pode faltar no ramo da logística e em nenhum outro

Interessante avaliar o quanto o otimismo é responsável pelo desenvolvimento do país. Enquanto o pessimismo é considerado uma trava para o crescimento, o seu oposto, quando caminha junto com a razão, é o que mantém não só a evolução dos negócios, mas de toda a nossa espécie. O é tratado com propriedade na Revista Veja (23/01/2013) e aborda os mais variados ramos onde esse tipo de sentimento faz a diferença.

Fazendo um recorte na matéria da revista, nos próximos anos, incluindo 2013 que está começando, é muito provável que o Brasil dê um salto em seu desenvolvimento. O pensamento é otimista, pois embora estejamos passando pelo momento demográfico mais favorável de nossa história, no qual a população em idade produtiva será maior do que o número de crianças e idosos, isso é uma projeção. Há quem tome decisões estratégicas levando tais informações em conta, há quem ignore os dados e se planeje pelo presente.

Qual é o seu perfil de empresário? No ramo da logística é praticamente impossível ignorar o futuro. Trabalhamos com o cruzamento de dados, projeções de prazo, entrega e recebimento, interferências climáticas, gerenciamento de estoques, entre outras atividades, e isso, para dar certo, requer otimismo, principalmente se é ele quem promove o desenvolvimento. “A média das mais amplas pesquisas já conduzidas sobre o tema revela que cerca de 80% das pessoas são otimistas. Essa é a parcela da humanidade capaz de enxergar o copo meio cheio ”, diz a Veja. E é enxergar o copo meio cheio que nos leva a, por exemplo, abrir uma empresa e confiar que o investimento dará certo.

Para 2013, acreditamos nas melhorias de infraestrutura que o Brasil tanto precisa, no crescimento econômico, na qualificação da mão de obra, nas novas tecnologias e investimentos em pesquisa e no trabalho constante. Se as surpresas são inevitáveis, devemos saber o que fazer com as boas e aprender com as ruins. Esse é o melhor caminho.