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Os desafios e a eficiência dos centros de distribuição

Os Centros de Distribuição, conhecidos como CDs, podem ser o anjo da guarda ou o caos dentro de uma organização. Quem é administrador de empresas ou trabalha no setor de logística sabe o quanto eles podem causar transtorno, se mal gerenciados. O incômodo ou o sucesso desse espaço, às vezes apelidado de “mal necessário”, é algo cada vez mais desafiador, pois requer a contratação e manutenção de bons profissionais, pressão por produtividade e condições para o seu aumento, incluindo posicionamento no mercado.

A grosso modo, os Centros de Distribuição surgiram para diminuir custos e, consequentemente, aumentar o faturamento ao possibilitar um melhor controle de preços por meio de estoques. As companhias armazenam os produtos, sejam eles quais forem, e teoricamente coordenam melhor o fornecimento e a demanda, produção e transporte, tempo de entrega e disponibilidade do produto. É a administração coerente desses dados que reduz os custos. O descontrole dessas atividades, na prática, podem levar ao prejuízo e ocasionar a pior das situações financeiras de uma empresa: trabalhar o mês atual para pagar o anterior.

Soluções que envolvem logística
A melhor forma de gerenciar os CDs é fazer com que eles gerem valor por si mesmos. Empresas interessadas nos avanços de gestão têm terceirizado a logística do setor ou buscado consultoria especializada na área. Para atender a esse desafio, empresas como a BPLog têm aumentado o foco na gestão logística para introduzir nas empresas contratantes a ideia de que o cliente é, na verdade, uma pessoa que toma decisões em nome da empresa e exige a qualidade dos serviços. O mesmo acontece com o consumidor final. Ele deixa de ser um número estatístico e se torna uma pessoa real e fiel a uma empresa que demonstra cuidado com os prazos, qualidade dos materiais, atendimento e preço justo.

Claro que não são somente os CDs os responsáveis pelo sucesso ou derrocada de uma companhia, mas eles têm forte influência e podem se tornar um pilar de sustentação da estratégia empresarial. É aí que a terceirização se encaixa como uma luva. A situação econômica atual do Brasil tem causado dificuldade na gestão de mão de obra. Quanto mais especializada ela for, mais ela se torna escassa pela própria história cultural do país, na qual a escolarização é algo caro, ou seja, dificilmente vai aparecer um meio termo para preencher o vácuo entre o nível baixo de estudo e o alto. A gestão terceirizada da mão de obra vem para solucionar o problema, pois a preocupação se volta para o serviço em si, sem discussão sobre a capacitação ou rotatividade de pessoal, de responsabilidade da terceirizada.

Se os Centros de Distribuição estão em caos dentro da empresa, é preciso rever a administração deles. Há que se pensar na concorrência e imaginar, ou mesmo levantar pesquisas a respeito, que os espaços para os não-profissionais estão diminuindo. Mesmo as empresas que tem uma boa gerência podem melhorar ainda mais a sua gestão e realmente transformar os CDs em anjos da guarda, tornando-os um “bem necessário” produtivo e acelerador do crescimento.

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Por que o empresário deve investir na qualidade de vida do seu funcionário?

A frase feita é a mais pura verdade: “Em pleno século 21, a preocupação com o bem-estar das pessoas deveria deixar de ser pauta de discussão para se tornar algo natural dentro das empresas”. Acontece que a maioria dos empresários não encaminha a sua administração por essa via, o que é um erro, pois a produtividade tem forte relação com a felicidade dos colaboradores. “Quando o indivíduo se sente bem tratado, ou seja, quando ele cria uma identificação positiva com os valores da empresa, percebe que é importante dentro da organização, que lá dentro todos estão preocupados com a saúde dele, com o seu desenvolvimento profissional e pessoal ele sente prazer em frequentar tal ambiente e não mede esforços para torná-lo ainda melhor”, diz a psicóloga Amanda de Vasconcelos, mestre em Administração pela UFPR e professora do curso de Psicologia da Universidade Positivo.

Empresas com esse entendimento sobre os ideais dos indivíduos têm as suas marcas solidificadas mais facilmente no mercado. Isso não quer dizer que o caminho empresarial será mais fácil e que basta cuidar dos indivíduos para crescer, mas uma boa gestão de pessoas é fundamental como peça da engrenagem. O efeito de tudo isso é a longo prazo, envolve promoção de atividades recreativas e opções de lazer como: aulas de artes marciais, palestras, apresentações culturais, sessões de massagem, disposição de quadras esportivas e salões de festa para encontros familiares.

Citando um exemplo, a BPLog desde 2010 oferece aulas de ginástica laboral para melhorar a qualidade de vida. A produtividade aumentou desde então, mas há que se considerar que esse tipo de trabalho não é dos mais fáceis. Depende de intensa participação das áreas de recursos humanos e de endomarketing, responsáveis por mudar o tradicional sistema de gerenciamento empresarial e aplicar uma nova rotina.

Basicamente é preciso entender que o funcionário percebe se a empresa se preocupa com ele. Não adiantam programas de qualquer tipo se, na hora “H”, não houver respeito mútuo. Quando o funcionário precisar de um apoio da companhia ele deve vir naturalmente, gerando confiança entre as partes, para que o contrário também aconteça, ou seja, na hora da cobrança da empresa o funcionário responda com satisfação, orgulhoso da sua importância dentro da organização.

A velha máxima de que o exemplo é a melhor maneira de conquistar respeito é verdadeira. Antes de planejar motivar os colaboradores, donos e gerentes da empresa devem demonstrar o quanto se importam com o negócio, o quanto de suas vidas está envolvido alí, naquele projeto, e o quanto são capazes de doar para alcançar o sucesso do empreendimento. Quando esse equilíbrio for atingido, o caminho será trilhado por todos e a passos largos.

Simplificando, a relação de satisfação entre empresa e colaborador deve ser trabalhada o tempo todo. Não importa o meio profissional, seja ele terceirizado ou não, logístico ou de produção, o corpo administrativo não pode se apegar a um único conceito e tomá-lo como verdade absoluta. Assim como a sociedade evolui seu comportamento, mudam as formas das pessoas aceitarem o gerenciamento de suas vidas. É preciso acompanhar toda essa evolução e considerar que o século 21 é agora e, mesmo com tanto avanço tecnológico, é muito gratificante que o indivíduo não seja esquecido.