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Logística em comércio exterior: desafios enfrentados no Brasil

Apesar de ser o maior país da América Latina, o Brasil ainda tem uma participação bem pequena no que diz respeito ao Comércio Exterior. Muitas dificuldades retraem o crescimento dessa área, tais como falta de investimento em infraestrutura, alta tributação e poucos incentivos fiscais. Neste cenário, o setor logístico enfrenta uma infinidade de desafios que dificultam a vida de quem trabalha no ramo.

Preços

Se a participação do Brasil no comércio exterior já é pequena, ela se restringe ainda mais na parte da exportação e uma das principais causas disso é a alta tributação dos produtos brasileiros. Para consumidores de outros países, os preços altos acabam não valendo a pena. Até mesmo para os brasileiros, acaba ficando mais barato importar de outros países do que comprar certos produtos no Brasil.

Outro fator a ser considerado é a facilidade cambial que outros países oferecem. Até mesmo em países vizinhos do Brasil, como a Argentina, os produtos chineses substituem os produtos brasileiros devido às facilidades que os asiáticos oferecem.

Infraestrutura

Outro ponto crítico – e que até mesmo as autoridades brasileiras reconhecem – é a deficiência na infraestrutura logística. Além da precariedade das estradas, as ferrovias são pouco exploradas e os portos, em particular, são considerados um grande déficit pelo comércio exterior.

Desde o carregamento no cais, até a estocagem e o transporte são problemáticos em comparação com as estruturas de outros países. Uma das principais reclamações é que, no Brasil, as mercadorias ficam estocadas por um período duas a três vezes mais longo do que no resto do mundo.

Uma das reformas proposta para melhor essa situação é tentar acabar com os monopólios, aumentando a concorrência. Enquanto a estrutura logística brasileira precisa destas melhorias, o comércio exterior aguarda por este sucesso, pois para outros países o Brasil continua sendo um mercado interessante.

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Impostos para importação de equipamentos e máquinas foi reduzido no Brasil

Esta é uma notícia importante para o meio empresarial industrial uma vez que envolve 108 máquinas e equipamentos industriais, bens de telecomunicações e de informática, que tiveram a alíquota reduzida em 2 pontos percentuais. Não parece muito, mas, lá na frente, esses 2% farão muita diferença não apenas pela diminuição do custo da compra, mas pela possibilidade de trabalhar com materiais mais modernos e com tecnologia mais avançada, que vão influenciar na logística interna e customizar operações.

Tal redução foi aprovada pela Câmara de Comércio Exterior (Camex) e o benfício vai até o final do ano, dezembro de 2013. Os principais setores favorecidos serão os de móveis, autopeças, siderúrgico e naval, que costumas se relacionar comercialmente com Alemanha, Estados Unidos, Itália, França e Finlândia.

Com essa medida econômica, a expectativa é de haja melhora na infraestrutura industrial brasileira, aumentando o investimento no mercado interno de bens de consumo, que pode atingir o número de US$ 1,948 bilhão. Se atribuirmos ao dólar o valor de 2×1, o investimento em reais será de R$ 3,896 bilhões.

Fonte: Fiep