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Armazenagem e o estoque moderno

 

Já falamos aqui no blog sobre a importância do estoque e os problemas que uma má administração pode trazer à empresa. Hoje iremos comentar sobre as novas tendências e o que é previsto para esse setor da logística.

 

Sincronização

Um fato que se deve bastante ao crescimento do e-commerce é a sincronização da estocagem. Devido ao dinamismo do ramo, os armazéns têm entrado em uma fase onde o foco está justamente na movimentação.  Cada vez mais as empresas se esforçam para armazenar apenas a quantidade de reposição realmente necessária.

 

Produção

Para que essa sincronização aconteça no processo de estocagem, o programa de produção deve ser dinâmico e em tempo real, não desconexa como anteriormente. O armazém tende a se tornar um espaço reservado à estocagem estática, baseada na movimentação.

 

E na sua empresa, como funciona a estocagem? Aproveite para conhecer nossos serviços de armazenagem e continue acompanhando nosso blog para ficar por dentro das tendências na logística moderna.

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Logística em comércio exterior: desafios enfrentados no Brasil

Apesar de ser o maior país da América Latina, o Brasil ainda tem uma participação bem pequena no que diz respeito ao Comércio Exterior. Muitas dificuldades retraem o crescimento dessa área, tais como falta de investimento em infraestrutura, alta tributação e poucos incentivos fiscais. Neste cenário, o setor logístico enfrenta uma infinidade de desafios que dificultam a vida de quem trabalha no ramo.

Preços

Se a participação do Brasil no comércio exterior já é pequena, ela se restringe ainda mais na parte da exportação e uma das principais causas disso é a alta tributação dos produtos brasileiros. Para consumidores de outros países, os preços altos acabam não valendo a pena. Até mesmo para os brasileiros, acaba ficando mais barato importar de outros países do que comprar certos produtos no Brasil.

Outro fator a ser considerado é a facilidade cambial que outros países oferecem. Até mesmo em países vizinhos do Brasil, como a Argentina, os produtos chineses substituem os produtos brasileiros devido às facilidades que os asiáticos oferecem.

Infraestrutura

Outro ponto crítico – e que até mesmo as autoridades brasileiras reconhecem – é a deficiência na infraestrutura logística. Além da precariedade das estradas, as ferrovias são pouco exploradas e os portos, em particular, são considerados um grande déficit pelo comércio exterior.

Desde o carregamento no cais, até a estocagem e o transporte são problemáticos em comparação com as estruturas de outros países. Uma das principais reclamações é que, no Brasil, as mercadorias ficam estocadas por um período duas a três vezes mais longo do que no resto do mundo.

Uma das reformas proposta para melhor essa situação é tentar acabar com os monopólios, aumentando a concorrência. Enquanto a estrutura logística brasileira precisa destas melhorias, o comércio exterior aguarda por este sucesso, pois para outros países o Brasil continua sendo um mercado interessante.

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Pico de armazenagem de final do ano requer organização e boa infraestrutura logística

Final de ano é sempre um período tumultuado para o comércio. É uma época em que os consumidores estão muito mais dispostos a comprar e, portanto, as lojas e fábricas, normalmente, aumentam as suas produções. Essa movimentação e aumento de demanda acabam refletindo no setor de logística, tanto na parte de distribuição quanto de armazenagem.

A experiência dos atacadistas lhes diz que todo o ano é assim, mas, por inúmeros fatores, nem todos têm condições de estar organizados o suficiente para enfrentar a situação e, com isso, logo esbarram na dificuldade de alocar produtos e mercadorias. Parte do problema é a falta de infraestrutura do Brasil no setor de armazenagem. Se tomarmos o exemplo da produção agrícola, os noticiários no permitem saber que o país perde muito da sua produção por não ter onde armazená-la. Grãos que poderiam permanecer estocados até a próxima safra ou esperando um preço melhor acabam estragando ou sendo vendidos a preços muito baixos. Fora o desperdício durante o transporte, que, em 2010, rondava a casa dos R$2,7 bilhões perdidos com o derrame de grãos, englobando os principais modais de transporte (fluvial, rodoviário, ferroviário).

Logística
Nos demais setores produtivos, que não o de alimentos, a perda não é tão grande porque os produtos são menos perecíveis, mas, ainda assim, os gastos são exorbitantes desde a obtenção da matéria-prima até a chegada do produto final nas mãos do consumidor. Algo que poderia ser muito melhor otimizado. Voltando ao problema de final de ano, citando mais um exemplo, com os armazéns (ou centros de distribuição) lotados alguns produtos que poderiam chegar até o ponto de venda final com apenas uma viagem, acabam diluindo o percentual de lucro circulando de lá para cá e deixando o consumidor sem o seu objeto de desejo, o que, muitas vezes, coloca em risco toda uma estratégia de marketing e venda. É só buscar na memória quantas vezes alguém pediu um determinado produto em uma loja e obteve a resposta: “Estamos em falta e a fábrica não tem previsão de entrega”.

Desenvolvimento de estratégias
A melhor solução é pensar em tudo que engloba logística levando em conta as tendências futuras e as experiências do passado. Se o empresário sabe que o final de ano se apresenta como um momento crítico, a tomada de medidas antecipadas se converte em economia. Hoje em dia, os armazéns próprios podem ser perfeitamente complementados por locais terceirizados, com sistemas de gestão WMS e uso inteligente dos espaços. O aproveitamento produtivo é muito maior e a preocupação em resolver esse tipo de problema é muito menor. Sem exagero, empresas que buscam soluções estratégicas em logística, seja por consultoria externa ou contratação de serviços mais específicos, se interessam tanto pelo setor e suas nuances que acabam criando departamentos específicos para atender a área ou se relacionando de maneira mais estreita com as empresas de logística terceirizadas.

Para o bom andamento de todos os processos, seja em épocas de final de ano ou demais períodos, o pensamento estratégico deve estar focado na boa organização e infraestrutura interna ou terceirizada. Quanto mais otimizados forem os processos, maiores são as chances de sucesso.