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Montagem de kits para a Copa do Mundo 2014

Sempre que há grandes eventos no país as empresas aproveitam a deixa para promover a sua marca, seus produtos ou simplesmente agradar um pouco mais a seus clientes. Agora em 2013, com a Copa das Confederações, e em 2014, com a chegada da Copa do Mundo, o ambiente no Brasil estará bastante propício para a montagem e distribuição de kits com o tema futebol.

Nesse contexto, é interessante se planejar junto a empresas de logística para não correr riscos de perder o “time” e acabar perdendo o material. Fazendo uma projeção, é muito provável que no país inteiro haja bastante procura por esse tipo de ação e quem sair na frente leva vantagem, principalmente as empresas instaladas nas doze cidades-sede da Copa, distribuídas por cinco regiões brasileiras e que terão investimento inicial calculado em mais de R$25 bilhões, distribuídos para melhorias de infraestrutura de aeroportos, estádios e novos sistemas de transportes.

A expectativa da BPLog é que, mesmo com os intempéries corriqueiros da organização de eventos dessa magnitude, o Brasil consiga fazer uma das melhores Copas do Mundo da história, já que somos os país do futebol e os maiores campeões do mundo de todos os tempos. E isso com certeza vai se refletir no mundo dos negócios. A BPLog esta preparada para atender seus clientes em Logística de Marketing Promocional, disponibilizando espaço para armazenagem de produtos e pessoal qualificado para a montagem de kits.

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Como a logística vai funcionar na Copa do Mundo de 2014?

A grande festa do futebol será no Brasil em 2014 e as preparações para o evento são muitas. Sem entrar em detalhes sobre atrasos ou falhas pontuais de infraestrutura que remetem a falta de organização, estádios estão sendo construídos ou reformados, sobram investimentos em aeroportos, em adequações de transporte e vias nas cidades-sede e nos meios de comunicação a Copa do Mundo no Brasil é tema diário, mesmo por que, uma prévia do evento acontece ainda em 2013 com a Copa das Confederações.

O ramo logístico é um dos mais interessados no assunto. De acordo com a Fiesp de São Paulo, “o total de investimentos, público e privado, previsto é de R$ 183 bilhões. A expectativa é de que 710 mil novos empregos sejam gerados, sendo 330 mil perenes. E o país espera aproximadamente 3,1 milhões de turistas estrangeiros”. A distribuição desses números, sem dúvida, passará pela área logística, desde a organização de pequenos setores empresariais até o vai e vem de operários e material bruto para as obras. Tamanha importância do setor gera euforia e incentiva o planejamento, já que é impossível tudo dar certo sem ele.

No Brasil, e agora fazendo um recorte para Curitiba, Paraná, uma das cidades-sede, a preocupação é sanar o quanto antes os possíveis problemas de infraestrutura que precisam estar a contento para receber um evento do porte de uma Copa do Mundo. A capital paranaense talvez seja uma das cidades mais bem preparadas, incluindo nisso a finalização das reformas no estádio que receberá os jogos, mas não podemos negar que os holofotes do mundo todo estarão voltados para o país e, mais do que isso, receberemos milhares de visitantes de todas as partes do planeta. Isso assusta? Não, mas precisamos estar preparados.

O que a Copa deve movimentar
Os setores que mais deverão ser estimulados são:

  • Armazenagem.
  • Montagem de kits.
  • Transportes.
  • Construção civil.
  • Turismo e hospedagem.
  • Confecções.
  • Bebidas.

Todos eles vão precisar contar com uma organização profissional de logística, avaliando desde o planejamento, passando pela execução e terminando no acompanhamento e controle das tarefas relacionadas ao fluxo de materiais e informações, do fornecedor até o cliente final.

Finalizando, apenas queremos destacar a importância do trabalho logístico no Brasil até a Copa do Mundo e depois dela. A BPLog tem se destacado por antecipar previsões aos seus clientes e ajudando-os a implementar a melhor estratégia logística, e está atenta as necessidades e oportunidades que estão surgindo, afinal, nunca é demais antecipar o futuro e o planejamento é o sucesso para que as estratégias funcionem da maneira prevista.

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As dificuldades de infraestrutura do setor logístico no Brasil

 

Um dos fatores que mais atrapalham o desenvolvimento do ramo logístico no país é a falta de infraestrutura, principalmente no modal rodoviário. Enquanto a área de logística inova em alternativas para superar crises financeiras internas e externas, investe em espaço para armazenagem e faz de tudo para absorver e dar conta de variados tipos de demanda, o setor sofre por ter uma concentração de 60% das suas atividades em estradas, sendo que essas apresentam algum tipo de deficiência em 73,9% delas.

Os números são de uma pesquisa da Confederação Nacional do Transporte (CNT), realizada em 2007, ou seja, há cinco anos os números logísticos já eram promissores economicamente e os problemas já existiam, mas ainda são muitos, apesar de todos os alertas de importantes órgãos do país. O curioso é que, mesmo com tantos empecilhos que emergem por conta disso, como a falta de segurança para os motoristas, danos mecânicos aos caminhões, risco de deterioração das cargas, desperdício (lembrando a quantidade de soja que se perde pelo caminho) e desgaste físico dos profissionais, que acabam se tornando agentes de graves acidentes, pouco se faz para mudar essa situação.

A impressão que se tem é que as empresas precisam lutar contra uma correnteza sem tréguas. Em vez de aumentarmos a força e a potência para vencermos a maré, ela vem nos engolindo. Países como os Estados Unidos e Japão e o continente europeu chegam a investir de 25% a 30% em soluções logísticas. Aqui no Brasil as empresas que mais dão importância ao setor não passam dos 5% em investimentos. Se a corda estoura do lado mais fraco, nesse caso é o Brasil que sai perdendo e já deveríamos estar, há muito tempo, com as luzes de alerta acesas.

A logística responde por uma boa parte do lucro do setor produtivo, mas a visualização desse lucro não é tão evidente, talvez por isso ocorra tanto desdém. O entendimento de que evitar o desperdício e otimizar as operações gera divisas está consolidado em poucas empresas, que, quanto mais organizadas forem, menos tempo levarem em seu ciclo de trabalho, mais poderão investir em outras áreas como, por exemplo, da tecnologia.

Em 2011, era estimado que o setor logístico movimentava cerca de US$300 bilhões e que esse número só dobraria em cinco anos. Já nos aproximamos do final de 2012 e, pelo menos visualmente, ou mesmo nos noticiários, não ouvimos falar em melhorias da infraestrutura, nem das estradas, nem do modal ferroviário, nem do hidroviário. Trazendo a conversa para um pouco mais perto, aqui no Paraná, apenas o porto de Paranaguá deverá passar por reformas, mas essas ainda não sabemos que resultados trarão, pois o deslocamento de caminhões até o porto ainda é muito complicado, gera filas e costuma atrasar o escoamento das safras e mercadorias. De maneira geral, em todo o país, o que temos são investimentos pontuais relacionados à Copa do Mundo de Futebol que virá para cá e as Olimpíadas, portanto, pelo menos até 2016 não vamos contar com muito investimento em infraestrura específica para acomodar melhor a logística.

Fato é que não dá para simplesmente pararmos com todas as atividades esperando a boa vontade do governo. Como bons brasileiros que somos o jeito é seguir apostando em melhorias unitárias. Se cada empresa que seguir a caderneta à risca, aos poucos o setor logístico tomará corpo e, assim, esperamos que em um futuro bem próximo, receberá a devida importância.