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A cadeia de suprimentos como a menina dos olhos da logística

O blog da BPLog aprofunda conhecimentos de maneira que todos os leitores do blog tenham acesso a informações relevantes sobre logística, desde o profundo conhecedor da área até o mais leigo. Como a cadeia de suprimentos é um dos assuntos que sempre está em evidência, falaremos sobre a sua importância dentro da ordem produtiva e em que a sua gestão adequada pode contribuir para o melhor desempenho mercadológico da empresa, ou seja, torná-la mais competitiva e com reais chances de abocanhar grandes fatias da “pizza de negócios”.

O planejamento da cadeia de suprimentos envolve produção industrial, estoques, transporte, a compra dos mesmos e a organização de toda a demanda. Imagine que uma obra vai começar em uma residência. Para resumir o processo, é preciso ter um projeto definido, a assinatura do engenheiro, a aprovação da prefeitura, data para começar, data para terminar, o pedreiro e o material. Imagine que o pedreiro chega para trabalhar na segunda-feira e não encontra nem areia, nem cimento, porque o responsável pela obra ainda não terminou de fazer os orçamentos nas lojas de material de construção. É atraso na certa, prejuízo na certa e muita dor de cabeça. Isso que quando se trata de uma obra da construção civil já se trabalha com atrasos eminentes por conta o mau tempo, intempéries no terreno ou algo do gênero.

Transportando o exemplo para a cadeia industrial, já pensou faltar matéria-prima ao ligar as máquinas? Claro que a administração dos setores de uma empresa é muito mais complexa do que uma obra residencial, com o agravante de que um simples atraso interfere na demanda de inúmeros outros clientes.

Estamos falando dos mínimos detalhes, portanto, muito provavelmente trataremos de empresas bem encaminhadas nesse sentido e de outras que ainda patinam na má gestão logística. Mas o que é possível fazer para aprimorar?

O planejamento estratégico da cadeia de suprimentos envolve decisões sobre organização. Os produtos, a localização, as remessas, entre outras coisas chamadas de objetos precisam entrar como parte da estrutura do todo, afinal, interagem uns com os outros baseados em regras operacionais que precisam estar claras, desde a retaguarda até a ponta final da distribuição. É aí que entram customizações da logística interna para evitar as falhas, ou mesmo, as antecipar.

Também não dá para esquecer que a logística interna trabalha com indicadores de desempenho para mensurar os resultados e formatar ações de melhoria continua nos processos da operação. Se a empresa não tem o know-how para detectar problemas ou mesmo encontrar soluções a partir de indicadores, que podem ser inclusive a diminuição do lucro ou o gasto excessivo de materiais, ou mesmo uma sobra que não se sabe ao certo de onde está vindo, há no mercado prestadoras serviços logísticos terceirizados, como a BPLog, que atuam desde a consultoria logística até a gestão completa das operações. Cabe ao empresário e aos diretores decifrar as suas deficiências e apostar em mudanças, caso sejam necessárias.

Bons negócios a todos.