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Telemetria: o que é?

 

A telemetria nada mais é do que um sistema de envio de dados, normalmente de monitoramento, via telecomunicação. No começo do processo a transmissão era normalmente cabeada a até 30 metros ou sem fio, daí o nome telemetria. Hoje, com os avanços da tecnologia, essa limitação já não existe mais e não é mais necessário estipular uma distância máxima.

Aplicações

A telemetria é muito utilizada para o monitoramento na distribuição de recursos, assim como energia e água, pois permite monitorar em tempo real os reservatórios utilizados. No ramo da agricultura, assim como na meteorologia, a telemetria é responsável acima de tudo por fiscalizar condições climáticas.

Logística

Na logística a telemetria é utilizada para o monitoramento do transporte de cargas, garantindo a segurança do veículo, dos produtos e do transportador caso ocorra algum acidente ou desvio de carga. Além disso, com a fiscalização da telemetria e as informações por ela registradas e transmitidas, é possível também aperfeiçoar o desempenho de cada veículo.

 

Você já conhecia a telemetria? Esse sistema é utilizado na sua empresa? Continue acompanhando nosso blog para ficar por dentro das novidades do mundo da logística.

 

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Armazenagem e o estoque moderno

 

Já falamos aqui no blog sobre a importância do estoque e os problemas que uma má administração pode trazer à empresa. Hoje iremos comentar sobre as novas tendências e o que é previsto para esse setor da logística.

 

Sincronização

Um fato que se deve bastante ao crescimento do e-commerce é a sincronização da estocagem. Devido ao dinamismo do ramo, os armazéns têm entrado em uma fase onde o foco está justamente na movimentação.  Cada vez mais as empresas se esforçam para armazenar apenas a quantidade de reposição realmente necessária.

 

Produção

Para que essa sincronização aconteça no processo de estocagem, o programa de produção deve ser dinâmico e em tempo real, não desconexa como anteriormente. O armazém tende a se tornar um espaço reservado à estocagem estática, baseada na movimentação.

 

E na sua empresa, como funciona a estocagem? Aproveite para conhecer nossos serviços de armazenagem e continue acompanhando nosso blog para ficar por dentro das tendências na logística moderna.

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FleetBoard: o que é?

Uma boa gestão de frotas é essencial para um melhor desenvolvimento da logística empresarial. Utilizando a tecnologia a seu favor, a Mercedes-Benz lançou o sistema FleetBoard. Já presente em mais de 20 países, o método chega esse ano ao Brasil.

 

Como funciona

O motorista deve inserir seu destino e características do veículo no sistema, que gera relatórios diários por meio de mensagens de status. Essas mensagens indicam informações como início do trabalho, chegada ao ponto de carregamento, tempo de espera, numero de nota fiscal entre outros detalhes relevantes.

Vantagens

O sistema foi desenvolvido para quem procura maior eficiência e redução de custos de consumo e manutenção. A Mercedes-Benz ainda afirma que empresas que já aderiram o sistema registraram também uma redução no cansaço de motoristas, diminuindo assim o gasto com motivação de equipe. É considerado um método inovador de gestão de frotas via internet, moderno, seguro e extremamente confiável.

 

Gostaram da novidade? Fiquem de olho no nosso blog para essas e outras curiosidades de logística.

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Regulamentação da competição privada nos portos

O setor portuário é um setor caro para o Brasil. As últimas notícias que circulam a respeito dele tratam de uma abertura para a exploração privatizada do setor, na tentativa de promover a modernização e a melhoria do seu formato administrativo atual, que, diga-se de passagem, vai em desencontro com a luta do Brasil para se firmar como uma potência econômica de primeiro mundo. Há anos, a logística dos portos requer agilidade, aumento da capacidade de fluxo de carga e descarga e revisão geral na infraestrutura para atraque de navios maiores, bem como, acabar com as filas de caminhões que se formam no acostamento das estradas.

A Lei n.º 12.815 trata exatamente disso. Publicada em 5 de junho de 2013, ela dispõe sobre a regulamentação da competição pública e privada nos portos brasileiros e segue conceitos que vão além da discussão sobre prós e contras de uma privatização, e sim, leva em conta a necessidade econômica do país. Considerando as ideologias dos últimos governos, a decisão por aprovar tal lei até gera certa surpresa, mas há que se considerar que do jeito que está, em um regime de monopólio, pouco se poderia fazer para evoluir a área tecnicamente e economicamente.

Em caráter de informação, vamos citar o advogado especialista em Direito Administrativo, Fernando Menegat, colunista da Gazeta do Povo, que levantou uma questão importante em sua coluna: “… a guerra entre a direita privatista e a esquerda estatista não serve para orientar o futuro das infraestruturas nacionais…”. Isso é uma verdade, pois enquanto se discute se uma ideologia é melhor do que a outra, o Brasil segue carente em áreas críticas como a da infraestrutura logística de portos, estradas, aeroportos e ferrovias. A expectativa de uma abertura para exploração econômica dessas áreas empolga os empresários e os agentes econômicos estrangeiros. Claro que tudo precisa ser muito bem estudado para os brasileiros não saírem perdendo, mas a recente liberação de concessões e permissões de serviço público para o setor privado de aeroportos e estádios de futebol, por conta da Copa do Mundo de 2014, demonstra uma tendência governamental em tirar as amarras de setores vitais ao crescimento.

Resta-nos acompanhar as mudanças e observar de perto se a nova tendência administrativa vai mesmo priorizar o nosso país.

Até a próxima.

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O otimismo não pode faltar no ramo da logística e em nenhum outro

Interessante avaliar o quanto o otimismo é responsável pelo desenvolvimento do país. Enquanto o pessimismo é considerado uma trava para o crescimento, o seu oposto, quando caminha junto com a razão, é o que mantém não só a evolução dos negócios, mas de toda a nossa espécie. O é tratado com propriedade na Revista Veja (23/01/2013) e aborda os mais variados ramos onde esse tipo de sentimento faz a diferença.

Fazendo um recorte na matéria da revista, nos próximos anos, incluindo 2013 que está começando, é muito provável que o Brasil dê um salto em seu desenvolvimento. O pensamento é otimista, pois embora estejamos passando pelo momento demográfico mais favorável de nossa história, no qual a população em idade produtiva será maior do que o número de crianças e idosos, isso é uma projeção. Há quem tome decisões estratégicas levando tais informações em conta, há quem ignore os dados e se planeje pelo presente.

Qual é o seu perfil de empresário? No ramo da logística é praticamente impossível ignorar o futuro. Trabalhamos com o cruzamento de dados, projeções de prazo, entrega e recebimento, interferências climáticas, gerenciamento de estoques, entre outras atividades, e isso, para dar certo, requer otimismo, principalmente se é ele quem promove o desenvolvimento. “A média das mais amplas pesquisas já conduzidas sobre o tema revela que cerca de 80% das pessoas são otimistas. Essa é a parcela da humanidade capaz de enxergar o copo meio cheio ”, diz a Veja. E é enxergar o copo meio cheio que nos leva a, por exemplo, abrir uma empresa e confiar que o investimento dará certo.

Para 2013, acreditamos nas melhorias de infraestrutura que o Brasil tanto precisa, no crescimento econômico, na qualificação da mão de obra, nas novas tecnologias e investimentos em pesquisa e no trabalho constante. Se as surpresas são inevitáveis, devemos saber o que fazer com as boas e aprender com as ruins. Esse é o melhor caminho.

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As dificuldades de infraestrutura do setor logístico no Brasil

 

Um dos fatores que mais atrapalham o desenvolvimento do ramo logístico no país é a falta de infraestrutura, principalmente no modal rodoviário. Enquanto a área de logística inova em alternativas para superar crises financeiras internas e externas, investe em espaço para armazenagem e faz de tudo para absorver e dar conta de variados tipos de demanda, o setor sofre por ter uma concentração de 60% das suas atividades em estradas, sendo que essas apresentam algum tipo de deficiência em 73,9% delas.

Os números são de uma pesquisa da Confederação Nacional do Transporte (CNT), realizada em 2007, ou seja, há cinco anos os números logísticos já eram promissores economicamente e os problemas já existiam, mas ainda são muitos, apesar de todos os alertas de importantes órgãos do país. O curioso é que, mesmo com tantos empecilhos que emergem por conta disso, como a falta de segurança para os motoristas, danos mecânicos aos caminhões, risco de deterioração das cargas, desperdício (lembrando a quantidade de soja que se perde pelo caminho) e desgaste físico dos profissionais, que acabam se tornando agentes de graves acidentes, pouco se faz para mudar essa situação.

A impressão que se tem é que as empresas precisam lutar contra uma correnteza sem tréguas. Em vez de aumentarmos a força e a potência para vencermos a maré, ela vem nos engolindo. Países como os Estados Unidos e Japão e o continente europeu chegam a investir de 25% a 30% em soluções logísticas. Aqui no Brasil as empresas que mais dão importância ao setor não passam dos 5% em investimentos. Se a corda estoura do lado mais fraco, nesse caso é o Brasil que sai perdendo e já deveríamos estar, há muito tempo, com as luzes de alerta acesas.

A logística responde por uma boa parte do lucro do setor produtivo, mas a visualização desse lucro não é tão evidente, talvez por isso ocorra tanto desdém. O entendimento de que evitar o desperdício e otimizar as operações gera divisas está consolidado em poucas empresas, que, quanto mais organizadas forem, menos tempo levarem em seu ciclo de trabalho, mais poderão investir em outras áreas como, por exemplo, da tecnologia.

Em 2011, era estimado que o setor logístico movimentava cerca de US$300 bilhões e que esse número só dobraria em cinco anos. Já nos aproximamos do final de 2012 e, pelo menos visualmente, ou mesmo nos noticiários, não ouvimos falar em melhorias da infraestrutura, nem das estradas, nem do modal ferroviário, nem do hidroviário. Trazendo a conversa para um pouco mais perto, aqui no Paraná, apenas o porto de Paranaguá deverá passar por reformas, mas essas ainda não sabemos que resultados trarão, pois o deslocamento de caminhões até o porto ainda é muito complicado, gera filas e costuma atrasar o escoamento das safras e mercadorias. De maneira geral, em todo o país, o que temos são investimentos pontuais relacionados à Copa do Mundo de Futebol que virá para cá e as Olimpíadas, portanto, pelo menos até 2016 não vamos contar com muito investimento em infraestrura específica para acomodar melhor a logística.

Fato é que não dá para simplesmente pararmos com todas as atividades esperando a boa vontade do governo. Como bons brasileiros que somos o jeito é seguir apostando em melhorias unitárias. Se cada empresa que seguir a caderneta à risca, aos poucos o setor logístico tomará corpo e, assim, esperamos que em um futuro bem próximo, receberá a devida importância.