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BPLog Logística e Pequeno Príncipe juntos pela vida

pequeno_principe_equipe_bplogO Complexo Pequeno Príncipe conta com as Faculdades Pequeno Príncipe, para formação de profissionais da saúde para o cuidado de adultos e crianças, o Hospital Pequeno Príncipe, especializado no atendimento de crianças e adolescentes nas mais diversas especialidades e o Instituto de Pesquisa Pelé, unidade avançada de pesquisas para o tratamento e cura de doenças infantis.

O Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe foi criado em 2005, vem desenvolvendo pesquisas da área básica e clínica em doenças complexas da infância, conta com cientistas que estão à frente de dezenas de projetos inovadores, com importantes publicações científicas que buscam alternativas para cura e melhoria de vida de crianças e adolescentes portadores de doenças graves.

A BPLog Logística é uma apoiadora do Instituto de Pesquisa Pelé Príncipe, participando do Gols Pela Vida, um programa de responsabilidade social.

Em visita recente, o diretor comercial da BPLog, Marcus Vinicius Calvo Pardo, resumiu sua impressão: “ Não imaginava a quantidade de crianças atendidas, provenientes de todo o Brasil, que o Complexo Pequeno Príncipe apoia.  Não tem preço ver o sorriso das crianças e ver a esperança estampada em seus rostos.  Nosso apoio na pesquisa vem de encontro a um dos valores da empresa (Bem Estar) e deixa toda nossa equipe com muito orgulho”.

Conheça mais sobre este trabalho incrível e importantíssimo que a BPLog orgulhosamente apoia: http://www.golspelavida.org.br/

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Logística

Armazenagem e o estoque moderno

 

Já falamos aqui no blog sobre a importância do estoque e os problemas que uma má administração pode trazer à empresa. Hoje iremos comentar sobre as novas tendências e o que é previsto para esse setor da logística.

 

Sincronização

Um fato que se deve bastante ao crescimento do e-commerce é a sincronização da estocagem. Devido ao dinamismo do ramo, os armazéns têm entrado em uma fase onde o foco está justamente na movimentação.  Cada vez mais as empresas se esforçam para armazenar apenas a quantidade de reposição realmente necessária.

 

Produção

Para que essa sincronização aconteça no processo de estocagem, o programa de produção deve ser dinâmico e em tempo real, não desconexa como anteriormente. O armazém tende a se tornar um espaço reservado à estocagem estática, baseada na movimentação.

 

E na sua empresa, como funciona a estocagem? Aproveite para conhecer nossos serviços de armazenagem e continue acompanhando nosso blog para ficar por dentro das tendências na logística moderna.

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A logística interna tem alguns segredos para se entender

Algumas das funções da operação logística otimizada dentro de uma empresa já são sabidas, como a redução de custos operacionais, diminuição do tempo de produção, controle de estoques, melhora no gerenciamento de distribuição e aumento do lucro, mas ainda encontrarmos no mercado empresas que esgotam as suas energias em apenas um dos tantos setores já citados, imaginando que fazem o correto e, consequentemente, ignorando a possibilidade gerencial para um crescimento ainda maior.

É até aceitável imaginar que, de maneira natural, o empresário se concentre no produto pronto, uma vez que a entrada de divisas ocorre por conta dele, com as vendas, mas é básico na administração que o caminho até esse produto gera gastos, requer renovação de investimentos, capacitação de pessoal e reavaliação constante do sistema operacional cotidiano, aprimorando o que dá certo e remanejando o que atravanca o processo, desde a recolocação de pessoal até a criação de um novo design.

A intralogística trata exatamente dessas movimentações e mesmo que a empresa não dê esse nome aos bois, ela está presente sempre, por isso a importância da sua aplicação na produção, recebimento, estocagem e movimentação. Mas o segredo não está em sua função motora. Um bom sistema logístico não se fortalece com o apertar de botões, mas com a capacidade profissional de quem os aperta. Não é a toa que até empresas familiares, detentoras de uma histórica administração mais blindada, vêm contratando serviços terceirizados de logística interna.

Foi-se a época em que a indústria delegava a função logística para pessoas menos capacitadas, que eram apenas os “encarregados” por levar e trazer. Hoje, mais do que a exigência mercadológica pela contratação de bons profissionais ou empresas terceirizadas e de consultoria, requer-se otimização de estoques, ferramentas e softwares de ponta e máquinas para trânsito fluente de mercadorias para estoque ou deslocamento de matéria-prima até os centros de produção. É o mínimo.

O segredo, portanto, está no gerenciamento tanto das ferramentas quanto dos setores e de pessoal. Ao trabalhar essa ideia dentro da empresa, só aumenta a chance de se acertar o caminho até uma logística interna perfeita.

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Intralogística Logística

A logística interna interfere na construção de estratégias e decisões

Se prestarmos atenção no dia a dia mercadológico, vamos perceber que grande parte da produção de bens da indústria é dominada por grupos de companhias internacionais. Por conta disso, é um grande desafio para as empresas brasileiras a manutenção da organização de suas cadeias produtivas para garantir boas chances de competição. Uma logística interna bem feita e em constante aperfeiçoamento faz a diferença dentro desse contexto, mas ainda há quem sofra com administrações mais fechadas e desinteressadas no desenvolvimento da área.

Não há espaço para os despreparados. As oportunidades de crescimento seguem uma rotina que não permite o meio termo, ou seja, o mundo dos negócios não para nunca e são os empresários atentos que levam vantagem, pois procuram tomar as suas decisões baseados em dados e prospecções sobre o seu mercado de atuação, preenchendo as camadas e lacunas em aberto, que vão sendo deixadas pelos outros por pura falta de visão.

É muito difícil para qualquer um, em qualquer ramo, administrar recursos, fazer planejamento, pensar na distribuição dos produtos fabricados e relacionar valor a eles. A cadeia de atividades é muito grande e exige competência em diversos setores. Não dá, por exemplo, para só levar jeito em contabilidade e deixar de lado o funcionamento das máquinas. Cercar-se de profissionais especializados é um dos mandamentos para evitar problemas, uma vez que é perfeitamente compreensível que não dê tempo de comandar tudo pessoalmente, por mais que o conhecimento seja vasto. Apontando para o lado prático, imagine que haja uma demanda prevista e que, por fatores externos, ela nunca se equipare à demanda real. Isso é comum no dia a dia prático e exige muito da administração. Gerenciar a cadeia de suprimentos é extremamente importante para a construção de uma boa estratégia, mas não libera o empresário de resolver os resquícios de uma estratégia mal feita. Por isso, a organização adequada da logística interna de uma empresa interfere na construção de estratégias que servirão de ponto de partida para tomada de decisões.

Quais são os recursos disponíveis? Que objetivo cumprir primeiro? O que fazer com o prazo? Qual é o nosso foco empresarial? Qual será o posicionamento no mercado? Como otimizar custos? São algumas das perguntas que serão respondidas a contento com uma boa organização logística. O trabalho passa a render mais e, quando se opta pela política das previsões e dos indicadores de desempenho, eles influenciam no andamento de toda uma organização e permitem reavaliações antecipadas de objetivos, metas e planejamento estratégico. Portanto, o sucesso de qualquer atividade vai depender da organização de suas ações, para que a empresa não se torne uma concorrente dela própria, e dentro de sua cadeia produtiva e de suprimentos.

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Profissionais de logística precisam pensar em estratégias, táticas e operações

Quase sem percebermos as nuances da logística seguem evoluindo dia a dia. Antes designada para suprir setores carentes da indústria, hoje é tida como parte fundamental das estratégias de crescimento e customização de atividades dentro das fábricas, comércio e departamentos. Não há como pensar em operações sem mencionar a logística ou os seus desdobramentos como a logística interna (ou intralogística) e todos os profissionais envolvidos no trabalho da área.

Neste cenário, leva-se muito em conta a qualificação dos profissionais. Será que o Brasil prepara a sua mão de obra a contento? É bom saber que em ramos como o da logística são utilizados conceitos aprendidos em todas as fases de ensino, desde o fundamental até o médio. Isso mesmo, disciplinas que por algum motivo o estudante acha que nunca vai aplicar na vida profissional são constantemente exigidas. E é fácil explicar. É durante o primeiro aprendizado que ocorrem os estímulos na criança como a percepção, velocidade de raciocínio e coordenação motora e absorção da cultura, história, matemática e língua.

A resposta sobre a preparação da mão de obra brasileira se encontra nesses fundamentos citados. Se a educação estiver deficitária, o país terá problemas para acompanhar a rotina de novos conhecimentos e conceitos que se aplicam a cada dia. Incluindo a intensa transformação tecnológica. Um bom profissional da logística, atuante em qualquer área, tem por obrigação superar qualquer deficiência, caso sinta falta de bases sólidas em sua formação. Tal prática faz parte da evolução profissional tanto quanto o aprendizado prático e experiências adquiridas ao longo dos anos. Leva-se em consideração, também, pensar no futuro.

Por outro lado, as famílias precisam dar a devida atenção à educação de seus filhos. É bem provável que, aos dez anos de idade, uma criança não tenha maturidade o suficiente para projetar dificuldades futuras, cabe aos pais orientarem o seu desenvolvimento, somando a ele uma boa sustentação emocional. Aí estaremos preparando o futuro, com profissionais inteligentes e preparados para enfrentar as crises, não só da logística, mas dos inúmeros outros setores da economia.

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Gerenciamento de Projetos em Intralogística

Neste artigo serão inicialmente apresentadas as perspectivas de negócios no setor de serviços no Brasil, comparando o crescimento com outros países, e em seguida o leitor compreenderá a importância de um bom gerenciamento em projetos de terceirização da logística interna (ou intralogística), desde o momento do diagnóstico, passando pela correta precificação, até a implantação e controle do projeto.

Introdução

Observamos hoje no mercado uma tendência no aumento de operações terceirizadas também em Logística Interna, não apenas na área de Transportes como é de costume. A perspectiva para as empresas do ramo é de crescimento.

Na edição especial de Exame, as 1.000 maiores e melhores empresas, uma reportagem interessante mostra em um cenário econômico para o ramo de Serviços no Brasil. O aumento da participação deste segmento comparado a agricultura e indústria é um sinal da evolução econômica brasileira.  No Brasil , o ramo de serviços já representa 67% do PIB, enquanto a agricultura e indústria representam 5,5 e 27,5 % , respectivamente. Números que aproximam o Brasil de economias de primeiro mundo, conforme podemos observar na figura 1 abaixo:

Figura 1 : Participação do ramo de Serviços no PIB.

A Logística e a Cadeia de Suprimentos a sua volta, tem recebido cada vez mais a atenção dos gestores e investidores das empresas, por se tratar de uma atividade altamente estratégica para os negócios e que interfere diretamente nos resultados da organização. É a partir da atividade logística que surgem alguns dos principais atributos de satisfação dos clientes, destacando-se o prazo de entrega e o preço da mercadoria. Um fator que se observa, é que na maioria dos casos, a logística interna não faz parte das atividades principais das organizações. As atividades focais geralmente são relacionadas ao processo produtivo e de vendas, dessa forma, ficando a intralogística como uma área de apoio, que tem a segunda preferência quando o assunto é investimento.

Por conta disso encontramos muitos processos logísticos ineficientes, obsoletos, que acarretam em muitas falhas, desperdícios, ocupação de espaços desnecessários, alta rotatividade de funcionários, entre outros agravantes. Essas incidências contribuem para que a empresa perca diferencial competitivo em preço e agilidade. Quando a alta direção se dá conta disso, pode surgir a alternativa de terceirização das operações de intralogística, pois o esforço, tempo e custo para recuperar o prejuízo e adequar a operação dentro de casa, acaba sendo inviável, sem mencionar que muitas vezes não há capacitação técnica para uma virada de cenário. A terceirização da intralogística tem se tornado uma prática cada vez mais frequente nas organizações, dos mais diversos segmentos.

Os principais objetivos das Empresas quando terceirizam sua Logística, são:

  • Foco no negócio principal da Empresa.
  • Agregar valor e especialização.
  • Aumento de resultados.
  • Redução de falhas.
  • Responsividade.
  • Absorver as melhores práticas do mercado.
  • Busca da eficiência operacional.

A ideia da do Projeto de Terceirização da Intralogística deve ser “comprada” pela alta direção. O projeto deve estar alinhado com as estratégias de longo prazo da organização e não apenas para suprir a um aumento de demanda não previsto ou à algum pico de atividade. Um projeto de terceirização logística custa caro, não pode ser enxergado como uma especulação ou uma tentativa que talvez dê certo; o “tiro” precisa ser certeiro, pois uma vez que a operação terceirizada é iniciada, voltar atrás pode ser desastroso.

Existem duas formas de operacionalizar a terceirização da intralogística: in house e out house. A terceirização in house se dá quando um operador logístico disponibiliza os recursos para operarem dentro da “casa” do cliente. Na outra modalidade, o cliente terceiriza totalmente a logística, ficando por conta do operador logístico disponibilizar o armazém e todos os recursos para as operações personalizadas.

Etapas do projeto 

O Projeto de Terceirização de Intralogística é, basicamente, dividido em cinco etapas:

  • Diagnóstico.
  • Precificação e negociações comerciais.
  • Implantação da terceirização.
  • Controle.
  • Continuidade.

    1. Diagnóstico

Na fase de diagnóstico busca-se coletar o máximo de informações possíveis da Logística Interna por meio de entrevistas com pessoas-chave das áreas, visitas aos locais de trabalho, relatórios de sistema, medições de tempos e movimentos. A finalidade é identificar os métodos de trabalho, fluxo, as atividades críticas, os recursos humanos aplicados na operação logística, os equipamentos de movimentação, estruturas de armazenagem, interfaces com sistemas e banco de dados. Além do que, deve ser avaliada a complexidade da atividade, se envolverá treinamentos específicos, formações curriculares diferenciadas, habilidades e competências especiais dentro equipe.

Busca-se utilizar o máximo de informações numéricas possível, a fim do dimensionamento de recursos e, por consequência, a precificação do Projeto de Terceirização ser o mais assertivo possível.

2. Precificação e negociações comerciais

A precificação talvez seja a etapa mais crítica de todo o Projeto. Na maioria dos casos de terceirização de intralogística, é bastante grande a quantidade de variáveis que compõe. A partir do cruzamento dessas variáveis, acrescidos por requerimentos específicos do cliente, surgem vários cenários, com preços e condições diferentes. O desafio para quem elabora a precificação de um projeto desta magnitude é identificar qual ou quais desses cenários são os mais prováveis, para então levar uma proposta consolidada para o cliente.

Outro agravante é que o cliente que aguarda a proposta comercial, geralmente tem pressa e o prazo para apresentação dos preços e condições, são curtos. É uma corrida contra o relógio. São envolvidos muitos fornecedores, várias cotações, cálculos, simulações, reuniões, até que se chegue a um consenso do que deve ser apresentado ao cliente.

As variáveis mais relevantes que compõe a formação de preço de um projeto de terceirização de intralogística são:

  • Mão de Obra: Deve-se estimar a quantidade de funcionários necessários para a operação, diferenciar as funções, cargos, salários, encargos sociais e benefícios. Devem ser observados aspectos como a base salarial praticada na região onde será feita a terceirização, devem ser previstos os custos com turn over, férias, dissídio, reserva para cobrir reclamatórias trabalhistas, tudo precisa ser previsto e incluso na formação do preço. As despesas com alimentação, uniformes, EPI´s, transporte, bônus e premiações são rateadas por colaborador.
  • Equipamentos: São levantadas as necessidades de empilhadeiras, caminhões, carrinhos, maquinários, ferramentas, estruturas de armazenagem de produtos, etc. Precisa ser estudada a viabilidade dos investimentos. Comprar ou locar? Pagar a vista ou financiar? Quais juros incidirão sobre esses investimentos? A manutenção, abastecimento e depreciação dos bens devem ser previstas nesses cálculos.
  • Tecnologia da Informação: Em muitos casos, o cliente deseja que o operador logístico se responsabilize por toda gestão da informação do processo. Para isso, faz-se necessário orçar as licenças de softwares, os módulos de sistema para operação, como WMS, TMS, YMS bem como prever se será necessário estabelecer a comunicação entre o sistema do terceiro com o sistema ERP do cliente. Pode ocorrer também a necessidade de aquisições de hardware, como estruturas de rede, computadores, servidores, impressoras, leitores e coletores de código de barras, portais de rádio frequência, etc.
  • Outros custos diretos como seguros de responsabilidade civil / operações, itens de segurança como sistema de vigilância, prestadores de serviços, despesas financeiras, etc.
  • Custos indiretos – também conhecidos com de Administração ou BDI (Benefício das despesas indiretas) como comunicação, marketing, telefonia, apoio de empresas nas áreas jurídico, contábil, segurança do trabalho, sindicatos, etc.
  • Impostos. Hoje em dia as empresas prestadoras de serviço necessitam de um bom planejamento tributário para questões como qual regime operar (Supersimples, Lucro Real ou Lucro Presumido), quais vantagens na obtenção de créditos , entre outros pontos importantes.
  • Lucro. Importante se realizar uma análise de acordo com a estratégia comercial e valores de mercado. Detalhe: não só o percentual (%) é importante, mas também o volume financeiro envolvido.

O projeto é apresentado para o cliente e tão importante quanto a negociação dos preços envolvidos, é a validação do escopo atendido. Devem ser agendadas tantas quantas reuniões e workshops forem necessários a fim de certificar que o serviço oferecido atenderá plenamente às necessidades do cliente. É melhor ter que ajustar algo nessa etapa do que depois do projeto implementado. Qualquer variável dimensionada com erro pode acarretar em sérios prejuízos na fase de implantação, tanto financeiros como de qualidade.

3. Implantação

Usualmente são negociados prazos entre 30 e 90 dias para iniciar a implantação de uma operação de intralogística terceirizada. Esse espaço de tempo se faz necessário para prover os equipamentos, sistema de informação e recursos humanos necessários. São levantados vários orçamentos que precisam ser comparados e analisados, com o intuito de prover soluções com custos que não fujam do planejado na fase de precificação e que atendam à qualidade necessária para implantar a operação.

Na fase de transição, são replicados os treinamentos aos colaboradores, são realizadas simulações da operação (quando aplicável), adequações de layout e de estruturas físicas. Ocorrem também “lotes pilotos”, onde são operacionalizados volumes em quantidades a menor do que o usual, apenas para avaliar a qualidade do trabalho exercido.

É fundamental que a equipe seja liderada por um profissional (ou por um grupo de decisões) devidamente dotado de conhecimentos logísticos. Ele será uma peça chave no processo e muito do sucesso da operação, dependerá da condução da equipe e da comunicação que esse profissional estabelecerá entre as empresas. Suas habilidades e competências devem estar voltadas para o controle das operações, pensamento sistêmico, resolução de conflitos, tato com a equipe e principalmente, foco na melhoria contínua.

4. Controle

A chave para o sucesso de um Projeto de Terceirização de Intralogística, está num bom planejamento prévio, com o máximo levantamento de dados e mapeamento de atividades. Não deve ser poupado tempo no planejamento. O uso da cautela nessa fase certamente evitará futuros erros que algumas vezes são irreversíveis. E, em paralelo, com o mesmo nível de importância, o uso de um robusto sistema de controle das atividades asseguram o bom andamento do Projeto. O controle ocorre durante todo o projeto, desde a sua concepção, passando pelo diagnóstico, implantação e na continuidade.

Durante a implantação do projeto, é recomendado o uso de ferramentas que conciliem o uso de recursos com datas e prazos, evitando assim a sobrecarga de recursos que estão envolvidos nas atividades, por consequência, reduzindo as chances de atrasos no início da implantação. Essas ferramentas também controlam os custos, aportes financeiros nos momentos necessários, orçamentos previstos X realizados, etc.

Após a implantação, a gestão da operação de intralogística pode ser suportada através do uso dos indicadores de desempenho. Esses indicadores, ou KPI´s (key performance indicators), são medidores de nível de processo, contribuem para acompanhar de forma visual o andamento das atividades. Os KPI´s colaboram para as tomadas de decisões, indicam os pontos falhos a serem corrigidos, muitas vezes contribuindo para aplicar ações preventivas no menor sinal de que as coisas não andam bem.

5. Continuidade

Tradicionalmente, a última etapa da maioria dos Projetos é o Encerramento. Porém, em um Projeto de terceirização de intralogística, podemos afirmar que não há uma finalização, uma cerimônia de encerramento no ato em que a operação é colocada para rodar. Na realidade, o maior desafio do projeto começa a partir de quando ele é entregue. Naturalmente, no início haverá muitos problemas, planos de ação para correções, reajustes de escopo, revisão dos recursos, etc. Não há projeto onde não ocorram imprevistos. O que atribui integridade e confiabilidade a um bom projeto é a maneira como os imprevistos são tratados, sendo uma boa prática, buscar as soluções em conjunto, de forma ágil e com o menor impacto possível.

A Empresa que terceiriza suas operações espera não apenas que seja feito aquilo que já era feito enquanto a logística estava sob sua gestão; espera-se uma operação diferenciada, com inteligência agregada, melhores resultados e maiores níveis de produtividade. Para que isso aconteça, o novo sistema já deve nascer com o pensamento intrínseco de melhoria contínua; nada está tão bom que não possa ser melhorado, esse deve ser o pensamento eternizado na equipe que está envolvida na logística interna.

Ao mesmo tempo em que se encerra o plano de implantação, deve surgir o plano de melhoria contínua, com uma série de “mini projetos” que serão implantados em paralelo com as atividades operacionais e que proporcionarão otimizações a essas atividades, dessa forma, retroalimentando o ciclo da operação.

Considerações Finais 

Mediante a um cenário macroeconômico favorável, se faz necessária a correta aplicação das ferramentas para gerenciamento de projetos, quando o objetivo da organização for a terceirização da logística interna.

Dentro de qualquer empresa, a área de Logística Interna tem aumentado sua importância tanto em Projetos quanto na execução das atividades. As empresas têm estado atentas à importância de se adotar boas práticas, sob risco de arcar com custos acima dos praticados no mercado e – ainda pior – não atingir um nível de serviço adequado no atendimento das necessidades dos clientes internos e externos.

Bons projetos e bons negócios!

Autores

Marcus Vinicius Calvo Pardo (marcus@bplog.com.br) , formado em Engenharia de Produção, pós graduado em Gestão Empresarial, Finanças e Controladoria, possui 17 anos de experiência em Logística em empresas do ramo automotivo, aeronáutico e cosméticos.  Atualmente é diretor da BPLog, empresa especializada em Logística Interna.

Rodrigo Otávio da Cruz (rodrigo@bplog.com.br), formado em Administração de Empresas, Pós Graduado em Gerenciamento de Projetos, tem experiência de 14 em Logística. Atualmente é Supervisor de Projetos na BPLog e atua como Consultor em projetos logísticos. É professor em de cursos de extensão em Logística.

Referências

Revista Exame, Edição Especial Exame, Melhores & Maiores, julho 2012.

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Palestra do diretor Marcus Vinicius supera expectativas na 8ª Feira Transportar


Agradecemos a todos que visitaram o stand da BPLog na 8ª Feira Transportar, que aconteceu na Expo Unimed Curitiba, entre os dias 3 e 5 de outubro. Tivemos experiências gratificantes, pudemos falar para os visitantes e interessados sobre as operações de uma empresa de logística e sobre a importância do setor logístico em variados mercados, além de prospectarmos novos negócios.

No dia 4, nosso diretor Marcus Vinicius ministrou palestra com o tema “A importância da Logística Interna para as empresas” e a receptividade superou as expectativas. “Procurei abordar o tema de uma maneira bem didática, abordando os pontos principais da logística, como a sua importância para a cadeia produtiva e aproveitamento de espaços de armazenagem. Citando um exemplo, normalmente, as empresas ocupam seus armazéns pensando apenas em metros quadrados ocupados no piso térreo, quando é perfeitamente possível levar em conta os metros cúbicos do local do piso ao teto”, destacou Marcus Vinicius ao final da palestra, que contou com grande presença de público.

Esperamos que a próxima Feira Transportar continue fomentando novos negócios na área de logística e abra ainda mais espaço para exposição desse setor tão importante para o crescimento do Brasil.