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Atenção redobrada para o estoque

Setor importante para lojas e vendas, o estoque muitas vezes não tem seu prestígio reconhecido. O mau planejamento ou administração dessa área trazem fortes danos a qualquer empresa. Por isso, procure evitar prejuízos e corrija essa situação antes de maiores problemas.

Problemas comuns

A ausência de um produto na hora da venda é talvez um dos piores traços de um estoque mal administrado. Existem dois fatores que levam a esse caso: a falta da fiscalização de produtos, ou a demora na compra junto ao fornecedor. Além do prejuízo direto pela perca da venda, mostra desorganização e passa insegurança ao cliente.

Planejamento

Na hora de adquirir novos produtos, é importante saber quais estão saindo mais e quais estão em maior ou menor quantidade. Sintoma comum de um estoque mal administrado é a compra errada de novos produtos. Isso pode resultar em produtos de baixa venda encalhados, e produtos de grande rotatividade em escassez.

O ideal é utilizar um software para controle de estoque, isso facilita a entender as entradas e saídas e ajuda a manter uma organização quanto aos produtos. Hoje já existem várias opções, basta escolher a que melhor se adapta às suas necessidades e manter seu estoque preparado para o mercado.

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Intralogística Logística

A logística interna interfere na construção de estratégias e decisões

Se prestarmos atenção no dia a dia mercadológico, vamos perceber que grande parte da produção de bens da indústria é dominada por grupos de companhias internacionais. Por conta disso, é um grande desafio para as empresas brasileiras a manutenção da organização de suas cadeias produtivas para garantir boas chances de competição. Uma logística interna bem feita e em constante aperfeiçoamento faz a diferença dentro desse contexto, mas ainda há quem sofra com administrações mais fechadas e desinteressadas no desenvolvimento da área.

Não há espaço para os despreparados. As oportunidades de crescimento seguem uma rotina que não permite o meio termo, ou seja, o mundo dos negócios não para nunca e são os empresários atentos que levam vantagem, pois procuram tomar as suas decisões baseados em dados e prospecções sobre o seu mercado de atuação, preenchendo as camadas e lacunas em aberto, que vão sendo deixadas pelos outros por pura falta de visão.

É muito difícil para qualquer um, em qualquer ramo, administrar recursos, fazer planejamento, pensar na distribuição dos produtos fabricados e relacionar valor a eles. A cadeia de atividades é muito grande e exige competência em diversos setores. Não dá, por exemplo, para só levar jeito em contabilidade e deixar de lado o funcionamento das máquinas. Cercar-se de profissionais especializados é um dos mandamentos para evitar problemas, uma vez que é perfeitamente compreensível que não dê tempo de comandar tudo pessoalmente, por mais que o conhecimento seja vasto. Apontando para o lado prático, imagine que haja uma demanda prevista e que, por fatores externos, ela nunca se equipare à demanda real. Isso é comum no dia a dia prático e exige muito da administração. Gerenciar a cadeia de suprimentos é extremamente importante para a construção de uma boa estratégia, mas não libera o empresário de resolver os resquícios de uma estratégia mal feita. Por isso, a organização adequada da logística interna de uma empresa interfere na construção de estratégias que servirão de ponto de partida para tomada de decisões.

Quais são os recursos disponíveis? Que objetivo cumprir primeiro? O que fazer com o prazo? Qual é o nosso foco empresarial? Qual será o posicionamento no mercado? Como otimizar custos? São algumas das perguntas que serão respondidas a contento com uma boa organização logística. O trabalho passa a render mais e, quando se opta pela política das previsões e dos indicadores de desempenho, eles influenciam no andamento de toda uma organização e permitem reavaliações antecipadas de objetivos, metas e planejamento estratégico. Portanto, o sucesso de qualquer atividade vai depender da organização de suas ações, para que a empresa não se torne uma concorrente dela própria, e dentro de sua cadeia produtiva e de suprimentos.