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Por que é preciso pensar a logística reversa?

A logística reversa é algo de extrema importância dentro de uma empresa. Significa que é preciso uma organização estratégica para o descarte de materiais, reaproveitamento de recicláveis, política de troca e devolução, otimização do uso de matéria-prima e distribuição adequada de resíduos no meio ambiente.

O tema é interessante e foi pauta em matéria recente do jornal Gazeta do Povo, na qual a jornalista Maria Gizele da Silva explica que a Política Nacional de Resíduos Sólidos, que completou três anos, exige por lei a devolução de materiais descartados para a indústria que o originou. Mesmo assim, nem todos os fabricantes resgatam os resíduos, causando problemas para municípios paranaenses. “Nesses casos, as prefeituras ficam sem saber o que fazer com esse lixo. O destino, quase sempre, é o aterro sanitário”, escreveu Maria Gizele.

Problemas ressaltados
O lixo comum tem controle problemático. Somando-se a ele a má gestão do lixo industrial, o meio ambiente fica indefeso. Setores como o de eletrônicos, medicamentos e embalagens também precisam entrar em acordo com o Ministério do Meio Ambiente, pois esses produtos acabam parando nos aterros.

Ainda na matéria da Gazeta, a fonte Eliane Train, responsável em Curitiba pelo Departamento de Limpeza Pública da Secretaria Municipal do Meio Ambiente, como exemplo, fala das regras para o descarte de pneus, que são limitados a até duas unidades por coleta pública, no programa Lixo que Não é Lixo. Mais do que isso eles tem que ir para locais de recolhimento específicos. Detalhe: Os pneus recolhidos no Paraná são repassados à Votorantim, que os utiliza como combustível na produção de cimentos.

Fica claro que a logística reversa é algo imprescindível e merece atenção. Sabemos que ainda há muito a se discutir, mas o tema precisa estar sempre em evidência até que tudo entre nos eixos. Fica aqui o link para a reportagem completa da Gazeta do Povo.