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Cabotagem: o que é?

A cabotagem é na verdade um tipo de transporte de cargas no modal marítimo, baseada em navegar sem perder a costa de vista. Esse sistema teve início a muito tempo atrás com as navegações ao redor de continentes para suas demarcações demográficas.

Com o tempo, foi observado que a prática poderia economizar uma boa quantia de custos para a logística. Sem a necessidade de enfrentar alto mar, os navios não precisam ter um porte ou equipamento tão refinado quanto os demais.

É verdade que cada país possui sua própria legislação para a prática da cabotagem, nos Estados Unidos, por exemplo, é obrigatório que o dono do navio e pelo menos 75% de sua tripulação sejam cidadãos do país.

Já no Brasil, apesar de não haver uma implicação quanto a nacionalidades, a cabotagem ainda é um processo meio complicado de se lidar, devido a tantas restrições burocráticas. Hoje, apesar de não fazer muito sentido, ainda é mais vantajoso o transporte em alto mar ao processo de cabotagem.

Então, já conhecia esse sistema? Continue acompanhando nosso blog para saber mais curiosidades logísticas.

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Dificuldades do modal rodoviário no Brasil

O modal rodoviário enfrenta diversas dificuldades no Brasil. Com uma estrutura extremamente precária e margem de lucro bem menor que qualquer outro modal, o rodoviário continua sendo a principal escolha para transporte de cargas. Entenda um pouco melhor as dificuldades desse modal.

 

Estrutura

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) realizou recentemente uma pesquisa que revelou que apenas 11,1% das rodovias do país são asfaltadas e, dentro dessas, dois terços necessitam manutenção. Foi divulgado em outubro do ano passado um estudo que apontou problemas em 62,1% das principais rodovias do país.

 

Custos

Com uma infraestrutura ainda precária e a necessidade urgente de manutenção, o modal rodoviário custa três vezes e meia a mais que o modal ferroviário e nove vezes mais que fluvial. Além disso, esse modal é responsável por 90% do consumo do diesel direcionado para transportes no país.

 

De fato, é complicado compreender como esse modal continua predominante no Brasil com tantos pontos contrários.