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O otimismo não pode faltar no ramo da logística e em nenhum outro

Interessante avaliar o quanto o otimismo é responsável pelo desenvolvimento do país. Enquanto o pessimismo é considerado uma trava para o crescimento, o seu oposto, quando caminha junto com a razão, é o que mantém não só a evolução dos negócios, mas de toda a nossa espécie. O é tratado com propriedade na Revista Veja (23/01/2013) e aborda os mais variados ramos onde esse tipo de sentimento faz a diferença.

Fazendo um recorte na matéria da revista, nos próximos anos, incluindo 2013 que está começando, é muito provável que o Brasil dê um salto em seu desenvolvimento. O pensamento é otimista, pois embora estejamos passando pelo momento demográfico mais favorável de nossa história, no qual a população em idade produtiva será maior do que o número de crianças e idosos, isso é uma projeção. Há quem tome decisões estratégicas levando tais informações em conta, há quem ignore os dados e se planeje pelo presente.

Qual é o seu perfil de empresário? No ramo da logística é praticamente impossível ignorar o futuro. Trabalhamos com o cruzamento de dados, projeções de prazo, entrega e recebimento, interferências climáticas, gerenciamento de estoques, entre outras atividades, e isso, para dar certo, requer otimismo, principalmente se é ele quem promove o desenvolvimento. “A média das mais amplas pesquisas já conduzidas sobre o tema revela que cerca de 80% das pessoas são otimistas. Essa é a parcela da humanidade capaz de enxergar o copo meio cheio ”, diz a Veja. E é enxergar o copo meio cheio que nos leva a, por exemplo, abrir uma empresa e confiar que o investimento dará certo.

Para 2013, acreditamos nas melhorias de infraestrutura que o Brasil tanto precisa, no crescimento econômico, na qualificação da mão de obra, nas novas tecnologias e investimentos em pesquisa e no trabalho constante. Se as surpresas são inevitáveis, devemos saber o que fazer com as boas e aprender com as ruins. Esse é o melhor caminho.